De repente alguém bateu na porta, rápido, vestiu a roupa e mandou a dita se esconder. Abriu a porta, era a matriz.
Mô, já que você vai fazer serão no trabalho, vim ver se precisa de alguma coisa!
Mas, ao olhar o safado percebeu que havia alguma coisa errado, saiu e, logo em seguida, voltou com as quatro irmãs, 15 sobrinhos, resumindo, tinha até cachorro, fora os paus de vassouras.
Nesse tempo a filial percebeu que iria dançar, não deu outra, se enfiou numa prateleira onde são colocados canos de plástico, deitada, apertada e a ponta dos pés para fora, como o gênio da garrafa.
Procura daqui, procura dali, e o anjo do marido com uma cara de quem não estava entendendo nada.
O cão começou a latir, todo mundo correu para aquela prateleira e viram uns dedos malcheirosos.
Agarraram aquele pé e o puxaram e, como um passe de mágica, apareceu àquilo vestida como veio ao mundo, que de gênio não tinha nada.
Foi paulada, puxão de cabelo, orelha, latido de cão e pena para todo lado até que a dita saiu correndo de calçola e roupa na mão.
Depois que todos foram embora, o desavergonhado ficou pensando como foi dar essa bandeira e, ao olhar para baixo, caiu a ficha, na pressa tinha vestido a cueca por cima da calça.
terça-feira, 2 de março de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
O safado apronta e sobra pra coitada a moça apanhar de todo mundo???? Muuuito bonito, viu!!!?!??! rs...beijos Vivian
ResponderExcluir